Todos assistimos ao terror que se passa no Japão. É terrível abrir o jornal cada dia que passa e perceber que os desastres continuam a acontecer, minuto a minuto. A explosão na central nuclear Fukushima foi considerada por muitos como idêntica, senão pior, à de Chernobil (1986) apesar do Primeiro-Ministro japonês, Naoto Kan, assegurar que o acidente nuclear não é comparável à situação de 1986, na ex-URSS. Kan afirmou à agência noticiosa Jiji que "houve radiação libertada para o ar, mas não há indicações de que tenha sido em grande quantidade.", sendo pois "fundamentalmente diferente do acidente de Chernobil."
O Japão luta todos os dias para sobreviver. Vive, neste momento, uma crise nuclear sem precedentes, agravada pelo sismo de sexta-feira e encontra-se em risco de uma segunda explosão na central de Fukushima-Daichi.
Não são momentos fáceis para o país. Esperemos que as coisas mudem, de preferência, o mais rápido possível.
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