A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou hoje estar preocupada com os níveis de radiação nos alimentos provenientes do Japão.
A detecção de radiação nos alimentos, na sequência das diversas explosões nas centrais nucleares de Fukushima devido ao sismo e tsunami que abalaram o país, é, segundo o jornal Público “um problema mais sério do que se tinha inicialmente previsto”.
Apesar dos funcionários japoneses continuarem a afirmar que os alimentos estão dentro dos níveis não perigosos para o ser humano, a verdade é que os níveis de radiação detectados nos legumes, leite e água são superiores ao previsto. Segundo o porta-voz da OMS do Pacífico Oeste, Peter Cordingley: “a situação é muito mais séria do que se pensou nos primeiros dias, quando acreditávamos que este tipo de problema se podia limitar a uns 20 ou 30 quilómetros”.
O Governo japonês proibiu, até agora, a venda de leite e espinafres na zona de Fukushima e informou que “a água daquela zona do país regista níveis de iodo radioactivo três vezes superiores ao limite legal” (Público). Prevêem-se muitas outras restrições ao longo da semana.
A detecção de radiação nos alimentos, na sequência das diversas explosões nas centrais nucleares de Fukushima devido ao sismo e tsunami que abalaram o país, é, segundo o jornal Público “um problema mais sério do que se tinha inicialmente previsto”.
Apesar dos funcionários japoneses continuarem a afirmar que os alimentos estão dentro dos níveis não perigosos para o ser humano, a verdade é que os níveis de radiação detectados nos legumes, leite e água são superiores ao previsto. Segundo o porta-voz da OMS do Pacífico Oeste, Peter Cordingley: “a situação é muito mais séria do que se pensou nos primeiros dias, quando acreditávamos que este tipo de problema se podia limitar a uns 20 ou 30 quilómetros”.
O Governo japonês proibiu, até agora, a venda de leite e espinafres na zona de Fukushima e informou que “a água daquela zona do país regista níveis de iodo radioactivo três vezes superiores ao limite legal” (Público). Prevêem-se muitas outras restrições ao longo da semana.
O embaixador português no Japão, José de Freitas Ferraz, confirmou ainda que “as autoridades garantem que o acompanhamento é muito rigoroso e (…) existe pois uma monitorização constante (…) à cadeia alimentar”.
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| Fotografia: AP |
(Fonte: Público)

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